Hackathon Cocatrel


A Cocatrel, antenada nas principais tendências do mundo, realizou, juntamente com a Universidade Federal de Lavras, a primeira Hackathon específica para a área do agronegócio café. A Hackathon Cocatrel foi uma maratona de hackers que aconteceu durante a Expocafé e teve como objetivo apoiar o surgimento de novas tecnologias e soluções para a cafeicultura e também para a cooperativa.


O presidente da Cocatrel, Marco Valério Brito, participou da abertura da maratona e destacou a importância de se pensar as lavouras cafeeiras em sintonia com as novas tecnologias de produção e gestão. “O agro também é 4.0”, afirmou, em referência à revolução digital que também chegou ao campo e à cooperativa.


Durante 48 horas, 44 participantes de dez equipes – entre “hackers”, desenvolvedores de softwares, programadores, designers, administradores, empreendedores, além de profissionais, professores e alunos ligados às ciências agrárias – marcaram presença na jornada. Eles vieram de cidades como Lavras, Machado, Três Corações, Uberaba, Belo Horizonte e Varginha.


Para a realização da hackathon, a Cocatrel expôs três problemas relacionados à automatização de atendimentos na cooperativa, desafogando a demanda por atendimentos “humanos”, principalmente relacionados ao setor de vendas de café; controle e solução de atividades e facilitação do acesso a informações relevantes que pussam ser realizadas remotamente, isto é, sem que o cooperado precise ir até a cooperativa; e estabelecimento de uma política de fidelidade em benefício dos seus cooperados.


Mentores se revezaram ao longo dos três dias e instruíram os presentes sobre diversas áreas, com destaque para negócios, cadeia produtiva do café, tecnologia e sobre a própria Cocatrel. “O grande diferencial da Hackathon foi que as equipes puderam pensar em tecnologias e soluções para os problemas apresentados pela Cocatrel, inseridas em um ambiente onde tinham total acesso a produtores, colaboradores e aos diversos atores da cadeia e da cooperativa. Ou seja, a Hackathon não serviu apenas para pensar em tecnologias isoladas, mas aplicá-las em atendimento às reais necessidades do setor”, pontuou o diretor InovaCafé/UFLA, Luiz Gonzaga de Castro Junior.



Para o coordenador do InovaHub e do programa Avança Café Lavras, Rennan Campos, “o mais importante foi a entrega de capital humano, o que nos permitiu descobrir pessoas potencialmente aptas a atuar na cadeia produtiva do café e propor melhorias reais e efetivas para o segmento da cafeicultura”, concluiu.


A banca avaliadora foi composta por Castro Junior (InovaCafé) e o time da Cocatrel, Renato Vigato, coordenador de Tecnologia da Informação, e Carolina Veloso, coordenadora de Comunicação e Marketing. As equipes participantes, em sua maioria, apresentaram soluções para resolver mais de um dos problemas apontados e a grande vencedora da maratona foi a Coffee Makers, composta por representantes do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), campus Três Corações. Segundo os critérios avaliativos, ela foi responsável por apresentar a solução mais palpável e em sincronia com o esperado pela cooperativa: um sistema automatizado de atendimento ao produtor. A premiação foi de R$ 5 mil.



Renato Vigato, coordenador de TI da Cocatrel, afirma que a maratona foi muito válida para a cooperativa e dela surgiram algumas soluções bastante viáveis e possíveis de serem aplicadas. “Se fossemos contratar empresas para desenvolverem sistemas como esses, a cooperativa teria que investir um valor substancial. Através da maratona, se for realmente do interesse da Cocatrel, poderemos contratar o aplicativo desenvolvido gerando economia e, ainda assim, agregando muito para o dia a dia do cooperado”.


Mateus Costa Campos, representante da equipe vencedora Coffee Makers, disse que para a equipe é muito importante participar de um evento como esse, pensando em soluções que podem efetivamente ajudar o cafeicultor, seja ele pequeno, médio ou grande. “Foi muito bom trabalhar no desenvolvimento desse sistema que traz, por meio da tecnologia, soluções para que o cafeicultor consiga acessar de uma maneira muito mais interativa, rápida e acessível as informações personalizadas e de seu interesse, desde a venda do café, classificação e emissão de notas até o preço e o mercado, propriamente dito, de uma maneira muito segura e sem sair de casa. Por isso a solução que desenvolvemos poderá ser acessada tanto por meio de um aplicativo, quanto pelo envio de SMS, identificando e levando, de maneira proativa, a informação que o produtor quer, precisa e busca, mas que, atualmente, só consegue indo ou ligando na cooperativa”.








Fontes de pesquisa: Notícias Agrícolas e Ascom Epamig.

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