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Demanda da Ásia por café pressiona demanda global

 

 

 

 

 

Os mercados de café poderão sofrer pressão nessa estação, à medida que a Organização Internacional de Café (OIC) previu um aumento no consumo. Durante o ano comercial de 2015/2016, que começou em outubro do ano passado, especialistas da OIC esperam que o consumo alcance 152 milhões de sacas de 60 quilos. Isso deixa o consumo em seu maior volume já registrado.

Essa estimativa apoia as ideias de um déficit de café nessa estação. Em dezembro do ano passado, o comerciante de café, Volcafe, previu um déficit de 2,3 milhões em 2015/2016, baseado em uma previsão de produção de 150 milhões de sacas.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) previu que o consumo global de café em 2015/2016 seria de 148,3 milhões de sacas.

Em sua primeira previsão oficial para o ano de 2015, a OIC previu um consumo de 152,1 milhões de sacas, mais que as 150,3 milhões de sacas consumidas em 2014. Isso é uma leve desaceleração no ritmo de crescimento, já que a OIC recentemente aumentou suas ideias sobre a demanda de 2014 em 400.000 sacas. A taxa de crescimento ficou em média em 2,0% por ano nos últimos quatro anos.

“A demanda no maior consumidor do mundo, a União Europeia (UE), estagnou levemente em um volume estimado de 42 milhões de sacas, tendo um crescimento médio de 0,8% por ano desde 2012, mas os Estados Unidos continuam mostrando um maior apetite por café, aumentando em uma taxa média de 3,2% para um volume estimado de 24,4 milhões de sacas”, disse a OIC.

A demanda no Japão também está aumentando em uma média de 2,4% ao ano, para 7,6 milhões de sacas. 

O consumo entre todos os importadores líquidos de café foi estimado em 104,9 milhões de sacas. “Os países exportadores geralmente têm mostrado padrões mais dinâmicos de demanda nos últimos anos, e essa tendência continuou em 2015”, disse a OIC.

A previsão da OIC para consumo de café em 2015 entre os países exportadores foi de 47,3 milhões de sacas, a uma taxa média anual de crescimento de 2,3% nos últimos quatro anos.

A demanda no Brasil, que teve o maior consumo dentre todos os países exportadores, desacelerou para apenas 0,5% durante o período, mas a Ásia está aumentando. A OIC reportou que “Indonésia, Filipinas, Índia e Tailândia tiveram crescimento entre 4,5 e 9%”.

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